quarta-feira, 25 de março de 2009

Fiscalização apreende o equivalente a cem caminhões de madeira no PA


Serraria foi flagrada com 2,7 mil metros cúbicos de madeira ilegal. 
Material será leiloado e dinheiro irá para fiscalização.


Uma operação coordenada pela Secretaria de meio Ambiente (Sema) do Pará apreendeu, no último sábado (21), 2,7 mil metros cúbicos de madeira ilegal encontrados em uma serraria de Jacundá, no sudeste do Pará. O volume de material confiscado equivale a cem caminhões carregados, segundo a Sema. 

A secretaria informa que a serraria é uma das maiores do estado, e que a madeira apreendida seria exportada. “A empresa alegava que a madeira era de plano de manejo, mas a madeira de plano de manejo tem uma plaquinha de identificação nas toras, que eles não tinham. Havia também troncos queimados, o que evidencia que ela veio de desmatamento ilegal”, relata Bruno Versiani, o coordenador da operação.

 

De todo o material que estava no pátio da serraria, apenas 204 metros cúbicos tinham documentação. Como foi feito nas últimas apreensões de madeira, o governo do Pará pretende leiloar o material e aplicar o dinheiro obtido em novas fiscalizações. 

Empresas ‘fantasmas’

A operação, realizada em conjunto com a Polícia Federal, faz parte de um esforço da Sema para encontrar empresas ‘fantasmas’ que falsificam autorizações para transporte e comercialização de madeira. Desde sábado, os fiscais investigaram em campo a legalidade de 11 empresas que trabalham na área. Eles descobriram que nove delas não existiam, e serviam somente para emitir documentos falsos. Segundo a Sema, há cerca de 100 empresas no Pará sob suspeita de integrar esquemas semelhantes.


domingo, 22 de março de 2009

O Rio Negro e a ‘Ilha da Guiana’


Estamos iniciando o planejamento da 2ª fase do Projeto-Aventura ‘Desafiando o Rio-Mar’. 

Por Cel Eng R/1 Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 21 de Março de 2009

Olha esta água, que é negra como tinta.

Posta nas mãos, é alva que faz gosto;

Dá por visto o nanquim com que se pinta,

Nos olhos, a paisagem de um desgosto.

(Quintino Cunha)

Estamos iniciando o planejamento da 2ª fase do Projeto-Aventura ‘Desafiando o Rio-Mar’. Com o objetivo de iniciar uma metódica preparação intelectual sobre nossa próxima jornada, no rio Negro, no final do ano, vamos publicar uma série de artigos que visam apresentar aos leitores, um pouco, dos mistérios e encantos desta jóia de águas negras. A descida, de caiaque do ‘Rio Negro’, é, também, uma homenagem ao ano do centenário da morte do mais importante escritor da literatura, Euclides da Cunha, covardemente, assassinado em 15 de agosto de 1909, aos 43 anos de idade.

Projeto-Aventura ‘Desafiando o Rio Mar’ - 2ª Fase

Percorremos todo o Rio Solimões de Tabatinga a Manaus num percurso que superou os 1700Km tendo em vista a exploração de afluentes, paranás, furos e lagos ao longo de sua calha. Ainda não atingimos o Mar como o próprio nome do projeto indica, mas resolvemos que antes de atingi-lo devemos percorrer o quarto maior rio brasileiro, em vazão, o Rio Negro. Com uma demanda superior à de todos os rios europeus juntos ele é responsável por 15% da água que o Amazonas despeja no Oceano Atlântico. No Negro encontramos os dois maiores e mais belos arquipélagos fluviais do mundo, o de Mariuá com mais de 1200 ilhas e das Anavilhanas com 400 ilhas, o espetáculo é complementado, ainda, com o Parque Nacional do Jaú e as incomparáveis praias de areia branca, constituídas basicamente de grãos de quartzo, um cenário de pura beleza que pretendemos registrar a cada remada. Ainda estamos na fase de planejamento e treinamento, sem uma data certa para o início da jornada, tendo em vista de que não dispomos dos recursos necessários, da ordem de, R$30.000,00, para a execução do projeto.

Rio Negro

O maior afluente da margem esquerda do rio Amazonas e, o mais extenso rio de água pretas do mundo é navegável por mais de 700km acima de sua foz. Na estação das chuvas suas margens são inundadas em larguras de até 600 km. Suas águas têm origem em nascentes de áreas de sedimentos terciários conferindo-lhe a cor do chá preto. As águas são ácidas e a elevada acidez decorre da presença de grandes quantidades de substâncias orgânicas dissolvidas, oriundas de solos arenosos cobertos por vegetação. Em regiões de relevo plano e baixas altitudes as chuvas removem do solo as partículas minerais mais finas junto com o material orgânico e formam solos arenosos, denominados podzóis. O processo, chamado podzolização, produz uma camada superficial de solo, areia branca, formado, sobretudo, de grãos de quartzo. Com o nome de Guainía, nasce no leste da Colômbia, e depois da junção com o Cassiquiare, recebe o nome de rio Negro. Entra no território brasileiro, na tríplice fronteira, nas proximidades da localidade de Cucuí, sede do 4º Pelotão Especial de Fronteira, no estado do Amazonas, e segue a direção geral sudeste, margeando as localidades de Içana, Barcelos, Carvoeiro e Airão. Próximo a Manaus forma um estuário de cerca de seis quilômetros de largura no encontro com o Solimões, e a partir daí recebe o nome de Amazonas.

Cassiquiare

O rio ou canal Cassiquiare é um canal natural, com 326 km de comprimento, que liga margem esquerda do rio Orenoco à margem esquerda do rio Negro. O Cassiquiare é um defluente do Orenoco e é navegável a maior parte do ano por pequenas embarcações. Essa rara ocorrência geográfica forma uma região, que abrange 1,7 milhões de quilômetros quadrados e cinco países, denominada de ‘Ilha da Guiana’. A ‘Ilha’ é limitada pelo Oceano Atlântico, entre a foz do Orenoco e o Amazonas, pela calha do Orenoco, canal do Cassiquiare, Negro e Amazonas compreendendo o leste e o sul da Vene­zuela, a Guiana, o Suriname, a Guiana Francesa e, no Brasil, o Amapá, o norte do Pará, Roraima e uma parte do norte do Amazonas.

Controversa existência do Cassiquiare

Francisco de Orellana  menciona que os dois grandes rios eram interligados por um grande lago abaixo da linha do equador, denominado lago Manoa ou lago de Parimé.

Walter Raleigh, na sua expedição de 1596 pelo Orenoco recolheu informações entre os nativos sobre a interligação, que atribuiu à existência de um grande lago que poderia ser ou não o próprio Rio Amazonas.

Cristóbal de Acuña, em 1639, faz a primeira descrição do canal, mas que foi desconsiderada já que tal bifurcação fluvial foi considerada improvável e anti-natural.

Manuel Román, em 1744, navega ao longo do Cassiquiare até ao rio Negro, regressando depois pela mesma via ao Orenoco.

Charles Marie de La Condamine apresentou perante a Academia Francesa uma descrição da viagem do padre Manuel Román, confirmando a existência do canal. Na oportunidade a maioria dos acadêmicos europeus se manifestou contra a existência do canal.

A Comissão de Demarcação espanhola, em 1756, comandada por José de Iturriaga, percorreu demoradamente a região comprovando a existência do Cassiquiare.

Alexander von Humboldt,  em 1800, explora detalhadamente o rio e publica, em 1812, um mapa detalhado da região, mostrando o curso do canal e os seus pontos de inserção nos rios Orenoco e Negro.

Francisco Xavier Ribeiro de Sampaio (1774/1775)

Os portugueses foram, na verdade, os primeiros a comprovar fisicamente a descoberta do tão inusitado canal conforme o diário de viagem de Francisco Xavier Ribeiro de Sampaio em 1774.

“Diário de uma viagem que em visita, e correição das povoações da capitania de S. Joze do rio Negro fez o ouvidor, e intendente geral da mesma Francisco Xavier Ribeiro de Sampaio, no anno de 1774 e 1775 (Lisboa: na Typografia da Academia em 1825).

CCC

Porem o total, e ultimo descobrimento do Rio Negro se deve ás tropas chamadas de resgate, que authorisadas com as leis, e ordens necessarias hião a procurar escravos áquellas nações, e juntamente descer indios para as nossas aldeias de sorte que nos annos de 1743, e 1744 se penetrou pelo rio negro ao Orenoco descobrindo-se o braço delle chamado Parauá, e o canal Caciquiari, que o communica immediatamente com o rio Negro: isto antes que os castelhanos tivessem nem ao menos noticia do dito Parauá, e Caciquiari: pelo contrario duvidando seus escriptores da mesma communicação, como se pode ver da obra do Jesuita Gumilla, superior das missões do Orenoco, intitulada Orenoco illustrado. Escreverei as suas palavras por serem muito expressivas neste particular:

“Niyo (diz o citado author) ni Missionero alguno delos que continuamente navegan costeando el Orenoco, hemos visto entrar, ni salir al tal Rio Negro. Digo ni entrar, ni salir; porque supuesta ladicha union de ri os, restaba por averiguar de los dos, quien daba de beber aquien ? Pero lagrande, y dilatada cordillera, que media entre Maranhon, y Orenoco, escuza a los rios de este cumplimento y nós outros de esta duda.

CCCII

No dito anno de 1744 entrou Francisco Xavier de Moraes em companhia de outros portuguezes com luma publica, e authorizada bandeira pelo rio caciquiari, e sahindo depois pelo parauá encontrou quasi junto ao orenoco verdadeiro ao jesuíta Manoel Romão, que por huma casualidade navegava por aquelle rio, o qual trouxe consigo para o arraial de ávidá. Essa foi a primeira ocazião, em que castelhanos virão aquelles rios: e então disse o mesmo jesuíta, que hia desenganar os moradores do Orenoco, de que este se communicava com o rio negro, e tão remotas erão as noticias desta communicacão, que no Orenoco se cria, que os habitantes do rio negro erão gigantes.

CCCIII

E na mesma obra fazendo-se huma exacta discripção do Orenoco, numerando-se os rios, que lhe são tributarios , se não diz palavra da parte superior, ou braço do Parauá, nem menos do Caciquiari.

CCCIV

Poronde fica patente, que todas as descubertas feitas até aquelle lugar são dos portuguezes, que pela sua industria, e trabalhos as concluirão: pois que os castelhanos não só ignoravão aquelles paizes, mas até os tinhão por fabulozos”.

 Conclusão

O Rio Negro guarda muitas histórias ocultas nas suas escuras águas e, por isso mesmo pretendemos, mais uma vez, remada a remada, buscá-las, interpretá-las e traze-las ao conhecimento de todos os brasileiros. Ao contrário do que pensam alguns companheiros a maior dificuldade que encontramos, no projeto Solimões, não foi a descida em si, mas o seu planejamento, a busca de recursos e agora o apoio na publicação do livro que já está pronto para ser editado.


Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)

Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)

Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)

Rua Dona Eugênia, 1227

90630 150 - Petrópolis - Porto Alegre - RS

Telefone:- (51) 3331 6265

Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

E-mail: hiramrs@terra.com.br

 

sábado, 21 de março de 2009

IBAMA INCAUTÓ DURANTE EL 2008 MAS DE 18 MIL ANIMALES EN EL ESTADO DE AMAZONAS, BRASIL


Incluyen las incautaciones de especies raras como el Halcón Peregrino. Muchos de los animales son puestos en libertad inmediatamente. 
Desde Rio de Janeiro, Brasil

El Instituto Brasileño del Medio Ambiente-IBAMA en el Amazonas publicó esta semana un estudio de sus actividades, según el cual fueron recuperados en este Estado 18087 animales por parte de la agencia federal durante el 2008.

 

Muchos de los animales confiscados, informa el IBAMA, serán devueltos al lugar de donde proveniencia antes del decomiso, cuando las condiciones lo permitan. En el caso de las tortugas, por ejemplo, estas se incautaron en barcos que transitaban en los ríos y fueron puestos en libertad inmediatamente.

 

Se registró la entrada de 464 animales en el Centro de Control de Animales Silvestres (Cetas) de Manaos. Algunos se produjeron por que fueron entregados en forma espontanea, otras mediante compras y otras vía las detenciones hechas por el IBAMA o por instituciones como la Policía Ambiental, el Departamento de Medio Ambiente de la ciudad de Manaus, el Ejército y Municipalidades de la área Amazónica.

 

Entre los animales que pasaron por los CETAS en 2008, hay especies en peligro de extinción, como el Sauim De Collar (Saguinus bicolor), el Jaguar Pintada (Panthera Onca), el Puma (Puma Concolor), el Manatí (Trichechus Inunguis) y el Halcón Peregrino-(Falco Peregrinus).

 

En resumen, el año pasado se aplicaron en total 1007 infracciones, expediente de violación relacionados con irregularidades en la flora y la fauna en la Amazonía. Estos incluyen todo tipo de contaminación o degradación del medio ambiente. Hay más de R$ 521,4 millones en multas.

 

El Estado de Amazonas cuenta con 62 municipios, 49 de ellos se registraron en algún tipo de sanción administrativa impuesta por el IBAMA. Manaos es el municipio con mayor número de multas, seguidos por Lábrea, Tefé, Parintins y Nueva Airo. La mayoría de las multas impuestas el año pasado está relacionada con el uso ilegal de los recursos forestales.

 

Fuente: www.globoamazonia.com



Alheia à crise, exportação de açaí do Pará bate recorde



Mercado americano teve 53 produtos derivados lançados em 2008.

Pará é o principal produtor da fruta amazônica.


Não há crise financeira internacional para o açaí - pelo menos por enquanto. A fruta amazônica tem batido recordes de exportação, apesar do desaquecimento da economia global. Somente em janeiro e fevereiro de 2009 foram exportados pelo Pará mais de US$ 7 milhões em suco dessa fruta. É mais que o dobro do que foi exportado no mesmo período em qualquer ano desde 2004.

O valor das exportações de sucos de frutas do Pará em fevereiro de 2009 (US$ 4 milhões) chegou a quase seis vezes o do mesmo mês do ano passado, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior reunidos pelo Instituto Frutal. E o açaí, do qual o estado é o principal produtor no país, é o carro-chefe desse comércio.


Preço

Um dos motivos do crescimento é um aumento do preço do açaí, que é em parte sazonal, mas também devido à maior demanda dos mercados interno e externo, explica Péricles Carvalho, analista do Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) especializado no setor. Segundo ele, no entanto, também as quantidades absolutas de açaí exportado têm crescido. Somente em janeiro e fevereiro deste ano, quase 2 mil toneladas de suco dessa fruta foram vendidas para países como EUA e Japão.

 

O produto tem atraído interesse por suas propriedades energéticas e nutricionais. Cada vez mais conhecido, o açaí foi tema de reportagens recentes de grandes jornais como o francês “Le Monde” e o americano “The New York Times”.


Propaganda

O último inclusive questiona se o açaí tem mesmo todas as qualidades que algumas empresas que vendem produtos derivados da fruta propagandeiam – nos EUA, estes artigos chegam a ser vendidos como solução para emagrecimento e rejuvenescimento, entre outros benefícios. 



 

EL CALIENTAMENTO GLOBAL PUEDE DESTRUIR EL 85 POR CIENTO DE LA AMAZONÍA



Con un aumento de 4 grados centígrados, la destrucción será irreversible. Es el resultado que arroja la investigación. Aunque en el caso de la selva, las consecuencias del Calentamiento Global toman más tiempo en hacerse sentir.
Desde Rio de Janeiro, Brasil

No sólo es la deforestación practicada por el hombre lo que amenaza el Amazonas: científicos británicos demostraron en un estudio que el 85 por ciento de la selva amazónica podría desaparecer si la temperatura del planeta aumenta 4 grados centígrados.

 

La información fue divulgada por los sitios de internet de periódicos Ingleses como "The Times" y "The Guardian". En caso de un aumento de sólo 2° -un aumento que es considerado inevitable por gran parte de la comunidad científica, incluso en este siglo- el 40 por ciento de la Amazonia podría desaparecer, afirmaron los investigadores del Centro Hadley de la Oficina de Meteorología del Reino Unido, una de las principales instituciones de investigación del cambio climático en este país.

 

En el caso de un aumento de 3 grados, debido a la sequía, podría destruir el 75 por ciento del más grande bosque tropical del mundo. El pronóstico se basa en modelos desarrollados por ordenador. La principal novedad de los informes de la prensa británica concierne al hecho que los modelos sugieren que el bosque sufre las consecuencias del calentamiento global de una manera más lento que lo que se pensaba. Puede tomar hasta un siglo para que un aumento de la temperatura destruya parte de la vegetación.

 

"Un aumento de la temperatura de 1 grado por encima del promedio actual ya implica pérdidas futuras en la selva amazónica. Incluso el mencionado aumento de 2 grados ocasionaría entre el 20 y el 40 por ciento de pérdida. En cualquier escala de tiempo habrá una perdida irreversible del bosque amazónico", sostiene Chris Jones, según la nota del" Guardian". El estudio fue presentado en una conferencia sobre el Calentamiento Global en Copenhague, Dinamarca.

 

Fuente: www.globoamazonia.com



Cientistas pesquisam comportamento da onça pintada na Amazônia




Maior felino das Américas é um dos temas de pesquisa inédita.
Equipe de mexicanos, espanhóis e brasileiros participa de estudo.

Cientistas de três países participam de uma pesquisa internacional inédita na Amazônia. Eles estão mapeando a presença dos grandes felinos no Brasil e no México. Entre os animais pesquisados está a onça pintada, a maior das Américas.

 

Os pesquisadores instalaram câmeras na floresta. Acionadas por sensores, elas flagraram a onça parda caminhando no meio da mata. As adultas medem até 1,5 metro de comprimento e pesam entre 60 e 80 quilos. A espécie ainda é encontrada em todo o continente, desde o Canadá até o Chile. 

A onça pintada é o maior felino das Américas. Um macho pode atingir 1,8 metro de comprimento e pesar 150 quilos. No Brasil, as maiores concentrações estão no Pantanal e na Amazônia. 

Cientistas mexicanos, espanhóis e brasileiros estão fazendo um levantamento amplo sobre os grandes felinos no México e na Amazônia. Além das câmeras, eles usam instrumentos simples, mas eficientes, para monitorar os animais no Parque Nacional de Viruá. 
Maior felino das Américas é um dos temas de pesquisa inédita.
Equipe de mexicanos, espanhóis e brasileiros participa de estudo.


A chamada pelos pesquisadores de armadilha de pegadas é basicamente um banco de areia. Quando o felino passa por cima fica registrada a pegada. Foram espalhadas 60 armadilhas pelo parque. 

“Com esse tipo de armadilha foi possível identificar as espécies de animais que existem na área e que normalmente andam à noite. Através das pegadas, conseguimos ver a distribuição dos animais pela área”, explicou Denise Melo, pesquisadora do INPA-AM. 

Cada pegada é medida, fotografada e desenhada. Através delas é possível obter uma espécie de impressão digital de cada onça e ainda estimar o seu peso e tamanho. 
Para saber mais sobre a alimentação e a saúde dos felinos, os pesquisadores levaram um especialista que trabalha no Instituto Onça Pintada de Goiás. A tarefa do cão Tupã, não é localizar as onças, mas os excrementos que elas deixam pela mata. 

Dentro de um ano o Projeto Jaguar deve apresentar os primeiros resultados e iniciar o trabalho de comparação entre as espécies brasileiras e as mexicanas, identificando as características genéticas e a quantidade de felinos em cada região.


 


INDIOS NO FORUM MUNDIAL SOCIAL - BELEM DO PARA - BRASIL

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FAMILIA INDIGENA NO FORUM MUNDIAL SOCIAL - BELEM DO PARA - BRASIL