amazônia 360 graus
Viaje pela floresta em imagens panorâmicas
RETRATO DO PODER ECÔNOMICO E IGNORANCIA CONTRA A NATUREZA!!
Viaje pela floresta em imagens panorâmicas

Segundo presidente francês, Alemanha e Reino Unido concordam.
Objetivo de encontro, às 22h30 (hora local), é tentar evitar fiasco.
Os presidentes Lula e Sarkozy anunciaram nesta quinta-feira (17) que convocaram uma reunião às 22h30 locais (19h30 em Brasília) com os principais países de cada região interessados num acordo climático. O anúncio foi feito durante entrevista coletiva, ainda em andamento.
O encontro deve ocorrer depois de um jantar com os chefes de estado presentes em Copenhague.
O objetivo é tentar colocar um "chapéu político", como disse Sarkozy, para o Protocolo de Kyoto e para a nova proposta de acordo redigida até então na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas . “Posso dizer que Merkel e Brown estão de acordo com esse pedido de reunião”, disse Sarkozy.
“Se não tivermos a competência de reunir os lideres e tomarmos uma decisão, corremos o risco de sermos fotografados como os lideres que não souberam cuidar do planeta Terra”, disse Lula.
Perguntado sobre como seria essa reunião sem a presença do americano Barack Obama, Sarkozy observou que ele poderia ser representado pela secretária de estado Hillary Clinton para, na sexta, participar das negociações em plenária no ultimo dia da COP 15.
Clima de preocupação
Lula afirmou que a reunião não pode ser um fracasso, admitindo no entanto que sentiu nas reuniões que teve desde que chegou à capital dinamarquesa que o clima é de preocupação.
“Vamos construir o acordo que é possível construir dentro da diversidade democrática de cada país”, comentou. Ele defendeu ainda o apoio financeiro aos países pobres, em especial os africanos, para que possam implementar ações de adaptação aos efeitos das mudanças climáticas. “É preciso que tenhamos a capacidade de dar contribuições para que no século 21 os africanos tenham as oportunidades que não tiveram no século 20”, disse o presidente brasileiro.
“Estamos aqui para facilitar as coisas. Dar à conferencia uma velocidade de cruzeiro”, concordou Sarkozy. “O tempo das (reuniões) bilaterais passou e devemos avançar".

Projeto visa determinar competência dos órgãos de fiscalização.
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (16) um projeto que regulamenta o licenciamento ambiental no Brasil e define a competência de atuação de cada órgão de fiscalização. O projeto segue agora para o Senado Federal.
A votação aconteceu sobre protestos do PV. O líder do partido, Edson Duarte (BA), afirma que a mudança pode tirar a responsabilidade do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) até de fiscalizar desmatamento em partes da Amazônia.
O deputado afirmou que o Ministério do Meio Ambiente não foi ouvido pelo governo na negociação do projeto. “O Ministério do Meio Ambiente tem que fechar porque não está tendo voz em Copenhague e aqui um projeto fundamental como este.”
A reclamação de Duarte diz respeito a um trecho que determina que o órgão que faz o licenciamento de um empreendimento será responsável também pela fiscalização e pela punição por eventuais irregularidades. Como o projeto visa determinar que estados e municípios façam alguns tipos de licenciamento sem a participação do Ibama, o líder do PV teme que o órgão nacional fique impedido de fiscalizar.
O texto do projeto determina que serão exclusivamente federais os licenciamento que envolvam áreas de divisas com outros países, que estejam no mar, em terras indígenas e em áreas de proteção ambiental. Também será federal o licenciamento em área que envolva dois ou mais estados, que tenha caráter militar ou envolva material radioativo. Um decreto do presidente poderá ainda avocar posteriormente outras áreas para a competência federal. Em outros casos, o licenciamento pode ser feito somente pelo estado ou ainda só pelo município.
O líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS), defendeu o projeto. “Este projeto diminui o processo de judicialização ambiental. Isso permitirá que licenciamentos de maior complexidade fiquem com o ente federal e que os outros fiquem com estados e municípios.”

‘Pegada de carbono’ da carne bovina foi calculada pela 1ª vez.
CO2 emitido por kg custa mais que a própria carne, comenta pesquisador.
A pecuária emite metade dos gases causadores do efeito estufa liberados pelo Brasil a cada ano. ( Clique aqui para entender a relação entre os gases-estufa e o aquecimento global.)
Além disso, implantação de novas pastagens abocanha três quartos da área desmatada na Amazônia e 56,5% no Cerrado.
Resultado de cinco meses de trabalho, os números, inéditos, são de estudo coordenado por Mercedes Bustamante, da Universidade de Brasília (UnB), Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Roberto Smeraldi, da ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira.
Os principais dados da pesquisa, cuja íntegra ainda será publicada em revista científica internacional, foram divulgados nesta quinta-feira (10) e serão apresentados em duas reuniões sábado (12) na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, a COP 15 . Os autores (ao todo, dez especialistas) ressaltam que suas conclusões “não representam necessariamente” a posição das instituições em que atuam.
O levantamento verificou que em 2005 a emissão de gases-estufa (GEE) da pecuária representou 48% do total brasileiro. A atividade emitiu 1,055 bilhão de toneladas de GEE sobre 2,203 bilhões do total nacional, número do tão esperado inventário brasileiro de emissões, divulgado só recentemente pelo Ministério da Ciência e Tecnologia .
Clique aqui para baixar o inventário (formato .pdf, 16 páginas).
Ocorre que no inventário oficial as emissões são divididas por grandes grupos, como energia, processos industriais, mudança no uso da terra e florestas etc. “A diferença desse estudo em relação às abordagens estatísticas tradicionais é que elas dividem as emissões por categorias, e nossa abordagem é pela cadeia de um produto específico”, explicou Smeraldi ao G1. “Então ela é transversal, porque envolve uso da terra e fermentação entérica (basicamente, arroto de boi e vaca), por exemplo, processos que estão separados no inventário.”
Assim, é a primeira vez que a chamada “pegada de carbono” de um produto específico, no caso a carne bovina, é calculado. Pegada de carbono é a quantidade de gás-estufa liberada direta ou indiretamente por uma certa atividade. “O interessante desses dados é que eles podem começar a traduzir toda a situação para o consumidor, a dona de casa, o investidor”, comentou Smeraldi, que viaja hoje para Copenhague.
“Essa é a diferença de ter números sobre categorias e números sobre produtos: 1 quilo de carne industrializada significa 300 quilos de gás-estufa emitido, e esses 300 kg custam R$ 10 no mercado de carbono. É mais do que o custo da própria carne por quilo no atacado (o kg do dianteiro custa R$ 3,60; do traseiro, R$ 5,90)”, disse o especialista.
Leia também: Só arroto de boi equivale a 69% dos gases-estufa por desmate no Cerrado
“Como investidor eu posso raciocinar que, se a carne tivesse que pagar o CO2 que emite, ficaria inviável. Por outro lado, se seguir boas práticas, posso reduzir uma barbaridade essa emissão e vender o CO2 poupado no mercado de emissões por um preço superior ao da carne. Frigorífico pode fazer mais dinheiro vendendo redução de carbono do que vendendo a própria carne.”


Falta de chuvas e temperatura elevada prejudicam animais.
Estiagem atinge a região norte da Amazônia.
Traficantes estão brigando por espaço com madeireiros e garimpeiros na terra indígena Alto Turiaçu, no Maranhão. Na área, que tem 5,3 mil quilômetros quadrados – quase o tamanho de Brasília – a polícia encontrou mais de 70 mil pés de maconha, prontos para a colheita.
"Essa região é usada pelos traficantes porque é uma área de difícil acesso numa mata fechada – e é uma área indígena, o que dificulta a ação da polícia", conta o policial Aluísio Mendes. Em um sobrevoo, um garimpo clandestino também foi encontrado.
A área também é alvo de exploração ilegal de madeira. Com o aumento da fiscalização na região de Paragominas (PA) – um dos municípios que mais sofrem com o desmatamento –, madeireiros e donos de serrarias se refugiaram no Maranhão.
Saiba mais:
Out/2008: Madeireiras devastam reservas indígenas no Maranhão
Fev/2009: Índios isolados do MA estão ameaçados por madeireiras
Com isso, quatro municípios entraram no alvo da polícia: Amarante, Buriticupu, Centro do Guilherme e Zé Doca. Nesses locais ficam quase todas as serrarias, a menos de 30 km das aldeias, onde cortam madeira. Investigações apontam que 34 das 36 madeireiras da região usam árvores extraídas ilegalmente das reservas. A região, de tão violenta, é conhecida como “faroeste maranhense”.
Aprenda a vigiar o desmatamento usando o mapa do Globo Amazônia .
"Neste jogo de forças, o madeireiro vem constantemente desafiando o poder público. O que a gente tem observado é uma dificuldade imensa de fiscalizar, e as fiscalizações, infelizmente, não se dão de forma contínua, periódica", afirma o procurador da República Alexandre Soares.
Para o exterior
Uma parte da madeira que sai da Amazônia vai abastecer indústrias moveleiras fora do Brasil. “Algumas investigações nossas envolvem importadores de madeira. Essa madeira sai, via de regra, pelo Pará e vai alimentar indústrias de móveis na Europa, América do Norte e países asiáticos", explica o delegado Luís André Almeida, da Polícia Federal.
A Funai, que deveria fiscalizar as reservas, não quis gravar entrevista. No Maranhão, as áreas indígenas somam mais de 16 mil km², e são o que ainda resta de floresta amazônica no estado.

Iniciativa é parceria de rede de TV com ONG e governo do Acre.
Organizadores esperam arrecadar o equivalente a R$ 11,5 milhões.
A modelo e atriz Lily Cole lançou nesta quarta-feira (21) no jardim botânico real de Kew Gardens, em Londres, uma campanha que pretende salvar 1 bilhão de árvores no Acre. A iniciativa é uma parceria da rede de TV britânica Sky com a organização ambientalista WWF e o governo do estado do Acre.
A emissora - que promete doar 1 libra para cada doação equivalente de um cidadão - e a ONG pretendem arrecadar um total de 4 milhões de libras esterlinas ( o equivalente a R$ 11,5 milhões) que irão financiar projetos de desenvolvimento sustentável no estado brasileiro.
De acordo com nota divulgada pela Sky, o primeiro passo do projeto será ouvir as comunidades locais para definir exatamente em que os recursos poderão ser usados no sentido de proteger a floresta. Os organizadores calculam que com cada doação de 10 libras (cerca de R$ 29) será possível salvar, em média, 500 árvores.
Este Blog foi criado com a finalidade de repassar matérias e artigos, publicados na internet e diversos meios de comunicação sobre a nossa Amazônia.
As postagens são de minha autoria, criador do Blog,porém os textos apenas coletados e atualizados periodicamente.